Início da Coordenação de Transplante em um Hospital Público.

Autores

  • Armando Cacciatori Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT https://orcid.org/0000-0003-0697-5557
  • Carlos Quintero Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • José Terra Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • Raúl Mizraji Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • María del Socorro Infanzón Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • Juana Caraballo Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • Silvia Noveri Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • Enrique Buccino Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • Fernando Da Rosa Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT
  • Inés Álvarez Hospital Central de las FFAA - Coordenação de Transplante INDT

DOI:

https://doi.org/10.35954/SM2006.28.1.11

Resumo

INTRODUÇÃO: a figura do Coordenador de Transplante Hospitalar é fundamental para o recrutamento precoce de doadores potenciais, e uma vez que eles se tornaram doadores reais, para alcançar o maior número de órgãos e tecidos para implantação.
OBJETIVO: analisar a atividade da Unidade de Coordenação de Transplante Hospitalar em um hospital público (Hospital Central delas FFAA), nos primeiros oito meses de operação.
MATERIAIS E MÉTODOS: analisaremos prospectivamente o desempenho em um hospital com 485 leitos. Até 2001, tinha 12 leitos de terapia intensiva, todos eles com ventiladores. Em 2002, o número de leitos aumentou para 14 (8 leitos polivalentes e 6 leitos de cardiologia). No período 2000-2004, será analisado o seguinte: número (N°) de mortes, mortes encefálicas (EM) relatadas, doadores reais, relação EM/UTI leito, EM/ morte na Unidade e EM/ número total de mortes no Hospital. A partir de 2005, o Programa de Coordenação Hospitalar foi iniciado com o acompanhamento de pacientes com pontuação de Glasgow Glasgow (GCS) menor ou igual a 8, e os resultados dos primeiros oito meses são mostrados.
RESULTADOS: ME em 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 e os primeiros oito meses de 2005. As seguintes variáveis e indicadores estão listados nas tabelas em anexo: EM, Mortes hospitalares, Mortes em UTI, ME/Total mortes, ME/ICU mortes, ME/ICU mortes, DR, DR/ICU camas, ME/ICU camas, ME/Camas polivalentes, ME/Camas polivalentes.
DISCUSSÃO: a figura do Coordenador de Transplante Hospitalar é fundamental para aumentar a detecção de Doadores Potenciais e transformá-los em Doadores Reais, naquelas áreas capazes de fornecê-los, como a UTI, especialmente o setor Multiuso. O trabalho em equipe do Coordenador, com o resto dos membros da equipe de atendimento e o apoio do hospital de referência na gestão do projeto, é notável. Tudo isso levou a um claro aumento da cultura de doação, um pilar fundamental para o desenvolvimento da Procuremento.

Presentado en: 9º Congreso Nacional de la Sociedad Mexicana de Transplantes – 11 al 15 octubre 2005.

18º Congreso Latinoamericano y del Caribe de Trasplantes – 11 al 15 Octubre 2005.

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Publicado

2006-12-29

Como Citar

1.
Cacciatori A, Quintero C, Terra J, Mizraji R, Infanzón M del S, Caraballo J, et al. Início da Coordenação de Transplante em um Hospital Público. Salud mil [Internet]. 29º de dezembro de 2006 [citado 13º de junho de 2026];28(1):114-. Disponível em: https://revistasaludmilitar.uy/ojs/index.php/Rsm/article/view/287

Edição

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