Resposta ao tratamento de warfarin em pacientes na policlínica de anticoagulação oral.

Autores

  • A Lena Hospital Central das Forças Armadas.
  • M Luján Hospital Central das Forças Armadas.
  • P De Lorenzi Hospital Central das Forças Armadas.
  • A Etcheverry Hospital Central das Forças Armadas.

DOI:

https://doi.org/10.35954/SM2000.22.1.4

Palavras-chave:

Anticoagulação; Embolia; Trombose; Warfarin.

Resumo

O objetivo do artigo seguinte é considerar algumas generalidades da terapia com anticoagulantes orais, a importância da resposta ao tratamento com warfarina em pacientes da policlínica de anticoagulação oral, bem como a apresentação de um estudo realizado no Laboratório de Análises Clínicas do Hospital Militar com a colaboração da policlínica de anticoagulação oral, com o objetivo de determinar a dose média de warfarina necessária para manter uma INR entre 2 e 3 em pacientes da policlínica de anticoagulação oral. Em cada paciente, foi selecionada a dose em que a INR estabiliza entre 2 e 3, o valor recomendado para a anticoagulação adequada. As doses mais utilizadas são de 35 mg e 25 mg, sendo que 75% dos pacientes requerem doses inferiores a 35 mg.

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Referências

(1) Kordich, Sánchez Avalos. Manual de Hemostasis y Trombosis (Grupo CLAHT). 2ª Ed. Argentina, 1990.

(2) Poller l, Thomson. Thrombosis and its management, 1998.

(3) Reussi, Altman. La terapéutica anticoagulante, 1998.

Publicado

2000-07-31

Como Citar

1.
Lena A, Luján M, De Lorenzi P, Etcheverry A. Resposta ao tratamento de warfarin em pacientes na policlínica de anticoagulação oral. Salud Mil [Internet]. 31º de julho de 2000 [citado 17º de abril de 2026];22(1):25-9. Disponível em: https://revistasaludmilitar.uy/ojs/index.php/Rsm/article/view/376

Edição

Seção

Artigos Originais

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