Malaria.

Experiência em atendimento médico na Unidade Médica do Destacamento Kisangani Garrison, RDC. Parte 2.

Autores

  • Myriam Fungi Doutor em Odontologia. Faculdade de Odontologia. UDELAR.
  • Nora Bonetti Médico. Faculdade de Medicina. UDELAR.

DOI:

https://doi.org/10.35954/SM2006.28.1.8

Palavras-chave:

Doenças Infecciosas; Doenças Tropicais, Malária.

Resumo

É apresentada a experiência em saúde de uma Unidade Médica, Kisangani, na República Democrática do Congo (RDC).
A freqüência média de malária encontrada durante o período de observação foi de 3,48% da população.
Houve dois picos durante este período, um ligado principalmente à estação chuvosa e outro ao não cumprimento das medidas profiláticas estabelecidas.
Dentre as medidas profiláticas, os métodos de barreira e a importância de reiterar seu uso correto pela Unidade Médica (MU) têm prioridade.
A supervisão da conformidade com a quimioprofilaxia indicada é considerada importante.
Não foi encontrado nenhum GS com maior risco de contrair malária.
O trabalho estatístico mensal realizado pela Unidade Médica é destacado a fim de fazer um diagnóstico precoce do comportamento das doenças mais importantes, com o objetivo de buscar as causas e suas soluções.

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Publicado

2006-12-29

Como Citar

1.
Fungi M, Bonetti N. Malaria.: Experiência em atendimento médico na Unidade Médica do Destacamento Kisangani Garrison, RDC. Parte 2. Salud Mil [Internet]. 29º de dezembro de 2006 [citado 21º de abril de 2026];28(1):81-9. Disponível em: https://revistasaludmilitar.uy/ojs/index.php/Rsm/article/view/281

Edição

Seção

Misiones de Paz

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