Programa de Transplante de Fígado no Uruguai: análise e resultados.
DOI:
https://doi.org/10.35954/SM2011.30.1.3Palavras-chave:
Cirrose hepática; Doenças hepáticas; Hepatopatias; Hepato-carcinoma; Transplante hepático.Resumo
O transplante hepático é a única opção para o tratamento de estágios avançados de doenças hepáticas crônicas, hepatite fulminante e casos selecionados de tumores. As indicações foram aumentadas e as contra-indicações reduzidas, relatando 90% e 80% de sobrevivência em um e cinco anos, respectivamente.
OBJETIVO: Descrever a atividade realizada na reiniciação do programa de transplante de fígado no Uruguai.
MATERIAIS E MÉTODOS: Foi realizado um estudo descritivo retrospectivo de pacientes transplantados entre julho de 2009 e julho de 2010 na República Oriental do Uruguai.
RESULTADOS: Treze pacientes foram transplantados, todos com doenças hepáticas crônicas onde 4 hepatocarcinomas foram inseridos, 3 foram reoperados. Doze pacientes foram extubados antes das primeiras 24 horas. O tempo médio de permanência foi de 2,5 e 14 dias no ITC e na ala, respectivamente. As complicações pós-operatórias imediatas mais freqüentes foram o edema pulmonar e a insuficiência renal. A imunossupressão inicial foi realizada com: corticosteróides, inibidores de calcineurina e micofenolato mofetil. Cinco rejeições foram registradas. Dois pacientes morreram.
CONCLUSÕES: Os resultados em termos de morbidade e mortalidade são muito satisfatórios, apropriados para um programa inicial.
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