Prevalência de Beta agalactiae streptococcus na população de mulheres grávidas consultoras no D.N.S.FF.AA.
DOI:
https://doi.org/10.35954/SM2003.25.1.4Palavras-chave:
Grávida; Streptococcus Beta.Resumo
A presença de estreptococo do grupo B na vagina e/ou reto da gestante representa um risco para a transmissão deste microorganismo ao feto ou neonato, que como conseqüência pode desenvolver sepse e/ou meningite. A não detecção da presença desta bactéria não permite a profilaxia antibiótica intraparto, o que reduz a possibilidade de adquirir a doença neonatal a quase zero porcentagens. A pesquisa sobre este tema no Uruguai começou em 2000 em alguns centros de saúde da cidade de Montevidéu e em 2001 no interior do país, com base numa revisão das estatísticas internacionais que mostraram resultados muito interessantes e também no problema específico do país, especialmente levando em conta que a transmissão de GBS pode ser facilmente evitada se for detectada a tempo e se houver boa comunicação entre os diferentes serviços envolvidos. A metodologia descritiva quantitativa foi usada para analisar os dados e o programa de computador epi info 95 foi usado para processar os dados. A taxa geral de mulheres colonizadas com GBS foi de 16%, sendo esta a prevalência dos 59 resultados positivos. A distribuição da colonização por idade da GBS recto vaginal foi maior na faixa etária de 31-35 anos. A distribuição por semanas de gestação foi maior entre 34 e 35 semanas. Todos os isolados eram sensíveis à Ampicilina, 8 eram resistentes à Eritromicina e 1 à Eritromicina e Clindamicina.
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