Pintando a morte, o retrato post mortem de Miguel Antonio Vilardebó.
Buenos Aires, 1844). Um estudo médico-legal e tanatológico.
DOI:
https://doi.org/10.35954/SM2021.40.1.8Palavras-chave:
Mudanças Depois da Morte; Historia da Medicina; Medicina Legal; Miguel Antonio Vilardebó; TanatologiaResumo
É uma oportunidade excepcional para estudar pela primeira vez um retrato a óleo pintado após a morte, 176 anos após ter sido pintado em tela e com as características únicas da pessoa sentada. O rosto da pessoa está coberto de curativos e curativos que nos levaram a suspeitar a priori de uma doença ou lesão subjacente desconhecida e não documentada.
O estudo que realizamos, do ponto de vista de um médico legista, recorreu às contribuições da teoria da tanatologia, que trata de tudo o que envolve a morte e é comum na prática desta especialidade, a fim de interpretar o retrato. Comparamos nossas conclusões com a documentação e a bibliografia conhecida sobre o personagem.
O resultado foi surpreendente.
Recebido para revisão: outubro de 2020.
Aceito para publicação: janeiro de 2021.
Correspondência: 21 de setiembre 2713. App. 401. C.P. 11300. Montevidéu, Uruguai. Tel.: (+598) 27101418.
E-mail de contato: asoiza@adinet.com.uy
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Referências
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