O D.N.S.FF.AA. e o novo modelo de atendimento.

Autores

  • Teresa Puppo PRÊMIO ANUAL 2005 D.N.S.FF.AA. - Área Adm. e Saúde Pública. MENÇÃO.

DOI:

https://doi.org/10.35954/SM2007.29.1.5

Palavras-chave:

Gestão de Serviços de Saúde; Política de Saúde; Reforma da Saúde; Forças Armadas, Uruguai.

Resumo

O objetivo deste documento é analisar como a a Direção Nacional de Saúde das Forças Armadas (D.N.S.F.A.A.) para a nova Forças Armadas (D.N.S.FF.AA.) é adaptado ao novo modelo de gestão modelo de gestão proposto pelo Ministério da Saúde Pública (MSP), através da Lei Orçamentária.
Algumas das principais características e princípios orientadores da reforma proposta são analisados em nível de macrogestão, em nível pan-americano e nacional. A fim de visualizar a lacuna entre a situação atual e a imagem alvo a ser alcançada, são discutidas algumas características do modelo atual, a situação regional da reforma sanitária e a instituição.
Os pontos fortes derivados do Decreto Nº 356/999 sobre a Política de Saúde das Forças Armadas são destacados.
A ênfase é colocada nas áreas de cuidado e gestão, deixando de lado a área de financiamento.
Como ferramentas ou linhas de ação para apoiar o processo de mudança, três áreas são priorizadas no nível da mesomanagement: sistemas de informação, treinamento de recursos humanos e pesquisa institucional.
e pesquisa institucional.
Em conclusão, é enfatizado que o D.N.S.F.AA. tem um papel fundamental a desempenhar na atual situação nacional, visando situação nacional, tendendo a se transformar em um "valioso auxiliar "parceiro auxiliar valioso" no setor da saúde.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

(1) Aviles G, Rangeón G, vorndam V, Briones A, Baroni P, Enria D, Sabattini MS. Dengue Reemergence in Argentina. Emerg Infect Dis, 1999, 575-578.

(2) Azevedo Mercadante O, Yunes J, Chorny AH. Descentralización y municipalización de los servicios de salud en San Pablo, Brasil. Bol Oficina Sanit Panam 116 (5), 1994.

(3) Brito Quintana P. Impacto de las reformas del sector de la salud sobre los recursos humanos y la gestión laboral Rev Panam Salud Pública 8 (1/2), 2000.

(4) CDC. Preventing Emerging Infections Disease. A strategy for the 21 st Century. Atlanta, Georgia. Octubre, 1998.

(5) CEPRE – OPP- Presidencia de la República. Guía Metodológica de Planificación Estratégica. Mayo 2005.

(6) Glass G, Cheek J, Patz JA, Shields TM, Doylet T, Thoroughman DA y col. Using Remotely Sensed Data to Identify Areas at Risk for Hantavirus Pulmonary Syndrome. Emerg Infect Dis, 2000, 238-247.

(7) González García, Infante A, de la Mata I, LópezAcuña D. Reforma de los sistemas de salud en América latina y el caribe: Situación y tendencias. Rev Panam Salud Pública 8 (1/2), 2000.

(8) Jormanainen V, Jousimaa J, Kunnamo I, Ruutu P. Physcicians Database searches as a tool for Early Detection of Epidemics. Emerg Infect Dis, 2001, 474-476.

(9) Láuz I. La participación ciudadana en salud. Desafíos y perspectivas desde el trabajo social. Trabajo Social.Revista Regional. AñoXIX, Nº33, 2005.

(10) Magnífico G, Noceti C, Rodríguez N. MSP – ASSE. Planificación de la Red Asistencial de ASSE. Abril 2002. Uruguay.

(11) Muñoz F, López-Acuña D, Halverson P, Guerra de Macedo C, Hanna W, Larrieu M, Ubilla S, Cevallos JL. Las funciones esenciales de la salud pública: una tarea emergente a las reformas del sector salud. Rev Panam Salud Pública 8 (1/2), 2000.

(12) OMS. Informe sobre la salud en el mundo. 2002. Reducir los riesgos y promover una vida sana. Panorama General.

(13) OPS. Reunión Consultiva Regional de las Américas sobre la Evaluación del Desempeño de los Sistemas de Salud. Rev Panam Salud Pública, 10 (1), 2001.

(14) Pinner R, Rebmann C, Schuchat A, Hughes JM. Disease surveillance and the Academic, Clinical and Public Health Communities. Emerg Infect Dis, 2003, 781-787

(15) Pinto Dias JC. Las enfermedades tropicales y el enfoque de género. Bol Oficina Panam 121 (3), 1996.

(16) Ross AG, Cevallos JL, Infante A. La calidad y la reforma del sector de la salud en América Latina y el Caribe. Rev Panam Salud Pública 8 (1/2), 2000.

(17) Simonet Thacker SB. How Do We Ensure the Quality of the Public Health Workforce? Editorial. Preventing Chronic Disease Public Health Research, Practice and Policy, Vol 2, Nº 2, Abril 2005.

(18) Van Genutgeten MLL, Heijnen MLA, Jager JC. Pandemic Influenza and Healthcare demand in the Netherlands. Scenario Analysis. Emerg Infect Dis 2003, 531-538.

(19) Vergara C. El contexto de las reformas del sector de la salud. Rev Panam Salud Pública 8 (1/2), 2000.

Publicado

2007-12-30

Como Citar

1.
Puppo T. O D.N.S.FF.AA. e o novo modelo de atendimento. Salud mil [Internet]. 30º de dezembro de 2007 [citado 12º de junho de 2026];29(1):50-6. Disponível em: https://revistasaludmilitar.uy/ojs/index.php/Rsm/article/view/247

Edição

Seção

Artigos Originais

        PlumX Metrics

Artigos Semelhantes

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 > >> 

Você também pode iniciar uma pesquisa avançada por similaridade para este artigo.